Curso de Espanhol em Córdoba

Cá estou eu planejando uma nova viagem para o início do ano que vem e decidi compartilhar aqui no Blog minhas experiências  pré-viagem como de costume.

O objetivo dessa vez é um curso de Espanhol fora do Brasil. Já fiz um curso básico de Espanhol, costumo ouvir alguns podcasts nesta língua, leio livros em Espanhol, mas quero muito aprender de forma correta, fluente e definitiva!

A América espanhola (em especial do sul) foi escolhida como destino em virtude de podermos usar nossas milhas para adquirir a passagem aérea. Outro fator importante é o câmbio bem mais favorável na América que na Europa. E convenhamos, a Europa nos dispersaria muito mais!

Dentre as possibilidades iniciais encontravam-se Santiago do Chile e Buenos Aires por uma série de fatores, porém, já nas pesquisas preliminares percebi que os cursos na Argentina são bem mais baratos que no Chile. Outro fator são os tratados do Mercosul que facilitam no reconhecimento de diplomas. Não que hoje em dia se comprove proficiência em línguas através de diplomas, mas há ainda instituições que consideram a solicitam o diploma.

Passei então a procurar cursos em cidades da Argentina e em especial em Córdoba pelo fato de já conhecermos Buenos Aires e também por já ter ouvido falar muito bem dessa cidade. Trata-se de uma cidade universitária e isso me pareceu um fator bastante relevante. Sua localização no “centro da Argentina” também facilitará o deslocamento para conhecermos cidades próximas ou mesmo visitar Buenos Aires num dos finais de semana, por exemplo.

Dentre as escolas de um grupo inicial de pesquisa que levantei através do Google, gostei bastante da SET Idiomas, para qual já mandei um e-mail com alguns questionamentos. O objetivo é passar um mês estudando e por isso é importante conseguir a melhor escola com o menor custo. Quero selecionar umas quatro ou cinco escolas e escolher dentre elas. Fiquem “ligados”, mais adiante publicarei evoluções dos acontecimentos.

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Palestra: “ÍNDIA, de Mumbai a Mumbai”

Hoje, no Uni-Yôga Sudoeste em Brasília, ministrei a palestra “ÍNDIA, de Mumbai a Mumbai” sobre a viagem que fiz a Índia em janeiro deste ano (2010).

Na apresentação com mais de 60 slides segui a mesma linha dos episódios 127 e 128 do podcast, porém incluí diversos outros detalhes como um pouco da história da Índia, informações a respeito de como obter o visto, câmbio e poder aquisitivo da moeda, muitas outras fotos em maior resolução e alguns vídeos retratando nossa experiência a bordo de trens e também nos deslocamentos urbanos.

Diferente do que acontece nos episódios do podcast, onde “simplesmente falo e vocês simplesmente ouvem”, a apresentação presencial é sempre mais interativa e rica em detalhes por permitir responder dúvidas e trocar experiências com os presentes.

Para os que estiveram presentes hoje (e para todos os demais interessados), abaixo um pequeno resumo com algumas das informações que constam no blog e que foram mencionadas durante a apresentação, bem como os dois episódios do podcast que também narram a viagem.

Caso sua empresa ou instituição tenha interesse numa palestra similar, por favor entre em contato.

Narração da viagem e algumas fotos:

Alguns dos livros utilizados na preparação da viagem:

Narrativa de alguns momentos e preparativos antes da viagem:

Uma das melhores descrições da Índia que conheço é esta! “Um conjunto como este não pode funcionar. Ele é incoerente. Engloba tantos níveis sociais, tantas complexidades mentais, tantas regras públicas e secretas, tantas realidades imaginárias, tanto passado, tanto presente, que uma coesão geral dependeria de um milagre cósmico. Contudo, este é o caso. A Índia existe e funciona. Sob certos aspectos de vida, funciona até melhor que Estados que se dizem histórica e linguisticamente mais sólidos.” - Jean-Claude Carriere

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Vale a pena usar o iWork no iPad?

Meu iPad ainda não chegou, mas já ando especulando sobre comprar e usar ou não o iWork nele. Algumas considerações importantes devem ser feitas:

1) O iWork para iPad salva apenas arquivos em formato iWork ’09. Isso significa que se você ainda usa a versão ’08 do iWork no Mac, precisará gastar seu precioso dinheiro atualizando o iWork também no Mac. Lembre-se que além desse gasto terá que pagar mais US$29,97 pela versão para o iPad. Esse detalhe da versão é algo muito importante a se considerar já que nem todos precisam dos novos recursos do iWork ’09. Eu mesmo não preciso!

2) Os aplicativos do pacote para iPad são cheios de limitações. Por exemplo, no Pages não é possível importar cabeçalho e rodapé; gráficos 3D são convertidos para 2D; Notas não são importadas; etc. Há várias outras limitações e mais detalhes na página “Pages for iPad: Frequently Asked Questions (FAQ)“.

3) O Documents To Go, muito mais barato que o iWork aparentemente trabalha com as questões de incompatibilidade entre versões Mac e iPad/iPhone de forma muito mais eficiente. Se funcionar no iPad como no iPhone, manterá intactas as características do documento original mesmo que elas não sejam visualizadas no dispositivo móvel. É um benefício que esse aplicativo tem desde sua época de Palm OS. O problema nesse caso é ter que comprar o Office para Mac ou exportar os documentos iWork para o formato Office. Uma coisa é cara e a outra bastante trabalhosa.

Então vamos a matemática. Para simplificar usaremos os preços em Dólares praticados no mercado estadunidense e também vamos considerar que não temos nenhum dos aplicativos ou versões antigas comprados até o momento.

Comprando o Office para Mac (versão mais barata) por US$149,95 mais o Documents To Go (versão mais barata) para iPhone/iPad por US$9,99, temos um preço total de US$159,94. Já optando pelo iWork ’09 a US$79 mais o iWork para iPad a US$29,97, temos um total de US$108,97.

Trata-se de uma diferença de preços relativamente pequena, principalmente considerando as limitações que descrevi acima. Ou seja, minha dúvida persiste! O melhor a fazer nesse caso então é esperar o iPad chegar e testar arquivos no Documents To Go e só depois decidir se vale a pena ou não compra o iWork para o iPad e a nova versão ’09 para o Mac OS.

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“IE” vs. “Safari + Firefox” no meu Blog

Gosto da idéia de eventualmente compartilhar com os leitores o percentual de acessos de cada navegador ao meu Blog. Evidentemente por se tratar de apenas um Blog e que tem raízes muito fortes na tecnologia, esses números não refletem de forma alguma a média de acessos da população em geral.

Porém, mesmo sendo estatisticamente irrelevante, gosto de refletir sobre os números dentro do microcosmos que é o meu Blog. Vamos a eles. Os números atualizados hoje indicam que o Internet Explorer (IE) representa 44,1% dos visitantes contra 24,9% do Safari e 21,3%do Firefox. O restante dos navegadores somados chega a um total de 9,7%.

Tenho certeza que minha irmã estatística vai me criticar pela próxima afirmação, mas convenhamos, a maioria no caso do IE é uma maioria muito relativa. Somando apenas Safari e Firefox temos 46,2%, portanto mais que os 44,1% do IE. Qual é minha conclusão? Não penso que a maioria (44,1%) das pessoas usa IE, penso que a maioria (46,2% = Safari + Firefox) está insatisfeita com o IE.

Volto a ressaltar que são dados de um universo muito restrito e de público muito específico, mas servem ao menos para reflexão.

Um ótimo final de semana a todos!

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